Esse negócio de dividir o trabalho do operário para torná-lo mais eficiente e eficaz foi coisa de um cara chamado Taylor (considerado o pai da Administração Científica). Acharam tão bom o que ele fez que, mais tarde, outro carinha chamado Fayol inventou uma tal Teoria Clássica que fez também uma divisão do trabalho, só que no plano organizacional (lembram que, no caso de Taylor, essa divisão do trabalho era na esfera operacional, correto?). Então, foi da contribuição de Fayol que a organização empresarial passou a se desdobrar em níveis administrativos tais como conhecemos hoje:
* Nível Institucional - aqui fica só a "nata" (dirigentes e diretores);
* Nível Intermediário - nele fica a "gerentada" (os gerentes,claro!);
* Nível Operacional - são aqueles que realmente trabalham (brincadeirinha....eheheh...), supervisionando a execução das tarefas.
Eita, Fayol! Cabra bom!
sábado, 29 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Divisão do trabalho e Especialização
Sabem como surgiu a divisão do trabalho?

Após a Revolução Industrial, com o fim dos artesãos e o início de um novo modelo de produção baseado na fabricação de grandes quantidades, o trabalhador foi colocado num ponto da linha de montagem para fazer apenas uma tarefa e de forma repetitiva (lembram do filme "Tempos Modernos", com Charles Chaplin?). Pois é... Desta forma, cada operário era cobrado pela produção da maior quantidade possível de unidades dentro de um padrão de qualidade. Surgia, assim, a especialização do trabalhador.
Após a Revolução Industrial, com o fim dos artesãos e o início de um novo modelo de produção baseado na fabricação de grandes quantidades, o trabalhador foi colocado num ponto da linha de montagem para fazer apenas uma tarefa e de forma repetitiva (lembram do filme "Tempos Modernos", com Charles Chaplin?). Pois é... Desta forma, cada operário era cobrado pela produção da maior quantidade possível de unidades dentro de um padrão de qualidade. Surgia, assim, a especialização do trabalhador.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Eficiência ou Eficácia? Eis a... solução!
Muita gente confunde "eficiência" com "eficácia". Apesar da necessidade de andarem de mãos dadas, estas palavras têm significados diferentes. Isso me faz lembrar os bons tempos de oficial do glorioso Exército Brasileiro (já faz um tempinho... hehehehe) quando estávamos no estande praticando tiro de fuzil. Fazíamos a pontaria utilizando todos os fundamentos do tiro e efetuávamos vários disparos. Se a pontaria fosse feita DA MANEIRA CERTA teríamos os impactos dos projéteis agrupados bem juntos uns dos outros; em outras palavras, estávamos sendo EFICIENTES. Mas isso não bastava. O segundo desafio era fazer com que o centro do conjunto de impactos coincidisse com o centro do alvo. Nesse caso, se necessário, fazíamos uma regulagem manual do aparelho de pontaria do fuzil, isto é, buscávamos a COISA CERTA, que era a colocação de todos os impactos no centro do alvo, tornando-nos, portanto, EFICAZES.
Conclusão: quando fazemos a coisa DA MANEIRA CERTA estamos sendo EFICIENTES; quando fazemos A COISA CERTA estamos sendo EFICAZES!
Conclusão: quando fazemos a coisa DA MANEIRA CERTA estamos sendo EFICIENTES; quando fazemos A COISA CERTA estamos sendo EFICAZES!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
No princípio...
Estou chegando com todo o gás de quem está inaugurando o Blog! Muitas novidades vos esperam! (e a mim também!) Aguardemos!...
E não esqueçam: "A missão é o farol!"
Abraços!
E não esqueçam: "A missão é o farol!"
Abraços!
Assinar:
Postagens (Atom)
